Quanto tempo o homem precisa para ser feliz?
Essa pergunta parece não ter resposta, visto que se observamos bem veremos que o tempo não existe.
È comum definir o tempo em três grandes momentos, Passado, Futuro e Presente.
O Passado em sim, na sua função como tempo não existe, o que existe são lembranças recordações, memórias, nas quais nós não podemos interferir, em outras palavras, nós não temos a capacidade ou a habilidade retroagir no tempo e alterar, modificar ou eliminar essas lembranças lá na sua origem, ao contrário, elas sim que continuam nos influenciando, nos atraindo, querendo a nossa atenção e o nosso pensamento e suscitando em nós as mais diversas emoções e sentimentos.
Da mesma forma o Futuro na sua função como tempo existe menos ainda, por que não se tem como imprimir registros, lembranças ou memórias em um Futuro , o que existe são sonhos, imaginações desejos, fantasias, que da mesma forma vivem querendo a nossa atenção e o nosso pensamento promovendo os mais diversos devaneios.
Bom agora dizer que o Presente na sua função de tempo não existe, requer uma observação mais ampliada.
Precisaremos primeiro definir o que o Presente., O Presente é o cenário do Passado e do Futuro mais imediato. Agora mesmo quando escrevo este texto, a idéia que eu queria passar ao digitar as palavras, por exemplo, da linha anterior a esta, já ficou no passado da mesma forma que continuam no Futuro as idéias que motivarão as palavras para a conclusão desse texto.
Assim sendo o Presente é tão efêmero, que podemos afirmar que ele dura apenas um instante e esse instante vai para o Passado na mesma velocidade que o outro instante vem do Futuro, e que se nos apegarmos a ele já estaremos vivendo no Passado e não apreciamos o instante novo.
Então concluímos que o tempo não é determinante para a felicidade do homem e que aqueles que atrelam a sua felicidade a ele estarão sendo vitima da ilusão, pois é quem sustenta a falsa felicidade.
O tempo para ser feliz é o agora, esse instante mágico onde devemos focar nossa atenção e pensamento e vive-lo em plenitude, com toda nossa intensidade.
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